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Home»CSP-Conlutas»Resolução sobre Conjuntura Internacional
CSP-Conlutas

Resolução sobre Conjuntura Internacional

Por: MPR, MRS e independentes
18/03/2026Nenhum comentário13 Mins Read
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Considerando que:

1) Permanecemos sob os efeitos da maior crise mundial da história do capitalismo, iniciada em 2008 e que, com oscilações nestes últimos 18 anos, de fato ainda não terminou. 

2) A economia global desacelerou fortemente neste período, com picos da crise destruindo quantidades incalculáveis de forças produtivas. Entre o aumento da miséria, do desemprego, das dívidas das famílias e dos Estados, centenas de milhões de pessoas passaram a viver com ainda menos do que viviam, e a crise foi paga pela classe trabalhadora e pelos explorados, na forma de redução salarial, precarização ou perda de emprego e um pacote de retirada de direitos (trabalhistas, previdenciários, em relação a seus planos de saúde, etc.), além de privatizações, diminuição e piora de serviços públicos e grandes ameaças à soberania nacional. 

3) Os orçamentos dos países estão comprometidos com o pagamento das dívidas públicas, enchendo os cofres do sistema financeiro e arrochando a vida da imensa maioria da população. O 1% de mais ricos não para de ganhar mais dinheiro, acumulando capitais e meios de produção, enquanto os mais pobres afundam cada vez mais, submetidos a condições degradantes de vida, saúde, alimentação, moradia… A concentração de renda nunca foi tão grande e os conflitos sociais têm como base este aumento da exploração e condições materiais deterioradas.

4) A pandemia, além de matar mais de 15 milhões de trabalhadores no mundo, foi uma “crise dentro da crise”, agravando ainda mais o que já era a maior crise da História do capitalismo. Entre seus efeitos políticos, estão parte das razões para as derrotas eleitorais de Trump e Bolsonaro em 2021 e 2022, ambos negacionistas castigados pelo voto de milhões que se indignaram com suas péssimas gestões diante da crise sanitária. 

5) Além de desgastar governos e expor a crueldade, ineficiência e falência histórica do capitalismo, a pandemia foi utilizada para amortecer lutas e justificar ainda mais cortes dos orçamentos sociais e ataques aos direitos e ao nível de vida da maioria da população.

6) De toda forma, a classe trabalhadora, apesar de toda a traição e eleitoralismo de suas direções, nunca parou de lutar. Em plena pandemia, o movimento popular nos Estados Unidos, com os negros à frente, saiu às ruas com milhões de manifestantes, o que até então foram os maiores protestos da História do maior país capitalista. Na Europa, greves gerais e enormes manifestações ocorreram em países como a França, a Espanha, a Alemanha, etc., e se chocaram com o conjunto de governos, partidos e instituições burguesas.

7) Da mesma forma que nos países capitalistas desenvolvidos, as semicolônias também tiveram lutas sem parar, na Ásia, África e América. Assistimos a insurreições populares e grandes movimentos, mais uma vez, na Bolívia, no Equador, no Peru, no Chile, no Panamá, no Haiti e na Colômbia, país cuja classe trabalhadora protagonizou uma revolução popular, infelizmente canalizada por dentro da democracia burguesa, através da eleição de Gustavo Petro.

8) No último período, as manifestações nos EUA bateram novo recorde de participantes, com as marchas “No Kings” enfrentando Trump, além da luta contra a polícia da imigração (ICE), que leva o terror a bairros e cidades inteiras, perseguindo trabalhadores estrangeiros e até crianças. Em Minnesota, a resistência popular avançou para uma Greve Geral e fez Trump ter que recuar parcialmente.

9) Os maiores epicentros de lutas são, sem dúvida alguma, a resistência ucraniana, que deteve o avanço da invasão russa; e, mais do que qualquer outro processo, a heroica resistência palestina, que frustrou o projeto sionista de limpeza étnica e destruição completa de Gaza.  

10) Na economia, pós-pandemia, o capitalismo pôde se recuperar parcialmente, recompondo parte da riqueza destruída, mas nem se voltou ao patamar econômico anterior, nem o que foi recomposto voltou para as mãos das mesmas pessoas e empresas. A classe trabalhadora está muito mais degradada em 2026 do que estava em 2019, enquanto a burguesia está mais rica. Diferentes setores patronais quebraram, ao passo que outros cresceram muito, já que o processo de concentração de capitais, fusões e monopólios se intensificou.

11) Diante da crise econômica e social generalizada, a via de derrota das revoluções e das lutas populares por meio de alternativas supostamente de “esquerda” tornou-se majoritária num primeiro momento, tanto na América Latina quanto na Europa e até nos Estados Unidos, com um governo Biden, imperialista e de direita, mas visto por muitos como a salvação diante do “fascismo” de Trump. 

12) Esta “onda” passou, e novamente governos declaradamente mais à direita voltaram a ganhar o controle de governos nos EUA, na Argentina, no Chile, etc., num movimento que não é homogêneo e reflete uma alternância cada vez mais rápida e frequente entre “direita” e “esquerda”.

13) Este é um desafio da luta política dos revolucionários: combater os governos de plantão, mas não sucumbir à lógica eleitoral de apoiar ou capitular ao “mal menor” ou ao “campo burguês progressista”; fomentar as lutas e disputar a direção delas, para que se convertam em lutas gerais contra o Estado burguês e o capitalismo, e não apenas contra o governo de turno. 

14) A esquerda eleitoreira, na maior parte diretamente burguesa e responsável por comandar governos que destruíram direitos históricos dos trabalhadores, faz de tudo para apresentar um cenário em que o “fascismo avança, existe uma onda de extrema-direita e é preciso apoiar os burgueses menos violentos que os demais”, que seriam eles mesmos, aliados ao que sempre existiu de pior. 

15) Esta falácia desmorona na realidade, quando a alternância de governos ditos de direita ou de esquerda mantém a mesma política macroeconômica neoliberal e ataques sistêmicos contra a maioria da população.

16) A única possibilidade de rompermos o ciclo de governos burgueses que atacam os trabalhadores é através da ação direta, contra os dois lados dessa mesma moeda capitalista. Nas eleições, mudam os nomes, mas a exploração segue intacta e se aprofundando.

17) Sem a vitória da revolução socialista internacional, o planeta é arrastado pelo capitalismo para a barbárie social e econômica e para a destruição ambiental. 

O Congresso da CSP-Conlutas resolve:

1) Agitar amplamente a necessidade de lutar nas ruas contra o aumento do custo de vida, a retirada de direitos, a exploração e a jornada 6×1, a violência contra mulheres, jovens, negros, LGBT+ e o conjunto da classe trabalhadora, em defesa da redução da jornada de trabalho, passe livre em todo o transporte público, investimentos massivos em saúde, educação e para atender todas as demandas mais sentidas pela maioria da população.

2) Impulsionar e apoiar os protestos, greves e ocupações que já existem e lutar para unificá-los e fortalecê-los. Cada luta também deve servir para avançar a consciência de classe e a organização das massas, com o objetivo da construção de uma insurreição popular, com organismos de poder forjados nestas lutas, unindo as mobilizações e movimentos combativos que já existem, e apresentando um programa de ruptura com este sistema, ou seja, uma revolução socialista.

3) Apoiar ativamente o povo da Palestina contra o genocídio cometido por Israel e seus aliados. Pela libertação dos milhares de presos políticos nas prisões sionistas; expulsão das tropas sionistas em Gaza e na Cisjordânia. Defender o fim do Estado terrorista de Israel, por uma Palestina única, laica, democrática e não-racista. Contra o desarmamento do Hamas, em defesa do direito do povo palestino à resistência armada.

4) Repudiar a invasão russa da Ucrânia e defender sua integridade territorial e plena soberania, contra os agressores russos, bem como contra a ingerência imperialista e da OTAN. Pela vitória da Ucrânia na guerra! Nenhuma confiança no governo Zelenski.

5) Lutar contra o imperialismo em todas suas ações, exigindo que se retire totalmente da América Latina e do mundo todo; pelo fechamento das bases estadunidenses fora do seu território. Contra o projeto intervencionista e colonizador de Donald Trump, defendendo a Venezuela, Cuba, o Panamá, a Groenlândia e todo país atacado ou ameaçado pelo imperialismo. Pelo fim da OTAN e de todas as ações militares dos seus países-membros.

6) Repudiar os governos ditatoriais que massacram a classe trabalhadora quando suprimem a liberdade de expressão, de ir e vir, de reunião, de associação, de sindicalização e de fazer oposição, como são os governos na Rússia, na Venezuela, em Cuba, na Nicarágua e em dezenas de ditaduras abertamente de direita, como as do Oriente Médio, da Turquia e demais países com regimes autoritários.

7) Apoiar incondicionalmente os imigrantes e refugiados em qualquer lugar do mundo, garantindo liberdade de fluxo, apoio financeiro, diplomático e condições de adaptação, emprego e direitos sociais e à saúde física e psicológica a todos.

8) Apoiar a revolução curda e defender a expansão da experiência comunal em Rojava. Pela derrota de mais uma campanha militar que visa destruir a autonomia curda e atacar a população, em especial as mulheres, que protagonizaram uma revolução popular que derrotou o Estado Islâmico e o ditador Bashar Al-Assad, apoiado pela Turquia e pela Rússia. 

9) Apoiar com todas as forças e meios os movimentos de luta contra as opressões, encabeçados pelas mulheres, negros, imigrantes, povos originários e LGBT+

10) Todo apoio à revolução popular no Irã contra a ditadura teocrática dos aiatolás! Construir uma campanha da CSP-Conlutas com manifestações e atividades em solidariedade às massas iranianas, contra a repressão e pela derrubada da ditadura! Abaixo a ingerência de Trump e do Xá na crise iraniana, só o povo iraniano pode derrubar a ditadura!

Assinam:

Adriana do Carmo – Oposição Educação/PA; Alexa ID – ativista LGBTQIA+ Petrópolis RJ; Alexandre Elias – Sinasefe IF Fluminense; Alexandre Leme – Diretoria Executiva dos Sind. dos Metroviários de SP; Aline Galhardo- Caixa Econômica/RN/FNOB; Altino Prazeres – vice-presidente do Sind. de Metroviários de São Paulo, Secretaria Executiva Nacional Conlutas; Ana Carolina Nicolay – professora da rede municipal de SP; Ana Paula P Barreto – Banrisul/Oposição Bancária/RS/FNOB; Angélica Olivieri – base do Sintrajud-SP; Barbosa – oposição Correios SP; Basílio – operário em Macaé RJ; Bernardo Cerdeira – aposentado CEF MNOB SP; Camila Oliveira – CA Geografia Udesc; Carlos Bruno – oposição Sintrasem/Florianópolis; Carlos Rogério Muller – oposição Sintrasem/Florianópolis; Cícero Dantas – Oposição Correios São Paulo; Cilda Sales – Coletivo Reviravolta/SEPE; Claudia Schumacher – oposição Correios/SC; Clausmar Luiz Siegel – operador de produção de petróleo e membro da direção do SindiPetroRJ; Clodoaldo Rodrigues – base do Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Amapá; Cremilton Alves – oposição Correios/SP; Crispim de Souza – presidente da Associação dos Agricultores e Extrativistas do Maracá AP-ACAEXMA; Cristóvão Steck Brunelli – Aposentado Caixa, MNOB/SP, Oposição Bancária/SP; Daniel Almenteiro – professor/PA; Daniel Filho – Caixa Federal/PA/FNOB e presidente da Asebef; Daniela – Movimento Popular/Associação do Bairro Santa Edwiges de Itaúna/MG; Danielle Bornia – minoria SEPE Niterói; Danilo Araujo – coordenador Sintufepe/UFPE; Dário Gonçalves – oposição Judiciário/PA; Dayse Oliveira – minoria Sepe São Gonçalo; Divana Maia – advogada/PA; Douglas – ativista do Movimento Negro Petrópolis RJ; Edson Santana – aposentado Correios RJ/BA; Eduardo Henrique Nascimento Silva (Edu H Silva) – conselheiro estadual da APEOESP pela oposição; Elizabete Bernardo de Oliveira – diretora SINTE-SJ, oposição SINTE-SC; Ellen Martins Catini – Santander/Oposição Bauru/FNOB; Elton Corrêa – presidente do Sindsemp/AP e diretor da FENAMP; Etiene Avelino – diretora SEPE regional 2 Coletivo Reviravolta/SEPE; Fábio Nogueira Andrade – suplente da Diretoria do Sindicato de Bancários do RN; Fábio Quadros – oposição STAP Guarulhos; Feliciano Espinhara – servidor aposentado da UFRPE, fundador do Sintufepe; Fernanda Ortiz Vieira – Bradesco/Oposição Bauru/FNOB; Fernando Costa Fllho – Caixa Federal/RN; Fernando Machado – diretor SEPE central Coletivo Reviravolta/SEPE; Fernando Saraiva – diretor sindicato de Bancários do Ceará, direção estadual da CSP-Conlutas Ceará; Gabriela Santetti – educação SC; Gabriela Schmidt – Ação Feminista Benedita Farias/SP; Genival Cruz – diretor do sindicato dos servidores da HBSERH-AP; Gilmar Salgado dos Santos – urbanitário, ex-dirigente do Sintaema-SC; Gleidson Rocha – base do SEPE Macaé RJ; Gonzaga – construção civil Fortaleza CE; Guilherme Rocha da Silva – Banco do Brasil/RS; Gustavo Kelly- Coletivo Reviravolta- Sepe/RJ; Gutemberg da Costa Bastos – manobrista; Heitor Fernandes – oposição de Correios-RJ; Henrique Torales – Oposição Correios/RS; Herlon Siqueira – Coletivo Reviravolta/SEPE; Hojo Rodrigues – jornalista/GO; Ian Bortolomiol – oposição Correios/RN; Igor S. Oliveira – MRS/BA; Ivan Bernardo – oposição APP-Sindicato Paraná; Jhony Silva – servidor Saúde/PA; João Gimbarski – oposição APP-Sindicato Paraná; João Paulo Moura Magno – oposição sindical Urbanitários/Pará; Jóe José Dias – bancário Florianópolis; José Barreto da Silva (Zé Barreto) – conselheiro regional da APEOESP pela oposição; José Gilmar Júnior – oposição Educação/PA

José Guerra de Lira Junior – Bradesco/Oposição Bancária PE/FNOB; Josielly Pereira – oposição Saúde/PA; Juan Dozza – oposição Correios/RS; Júlia Eberhardt – Movimento Nacional de Oposição Bancária RJ; Julio Negão – oposição de Correiros RJ; Kelvin De Angelis – Caixa Federal/RN/FNOB; Leandro Gonçalves – Banrisul/Oposição Bancária/RS/FNOB; Leandro Martins – oposição Saúde/PA; Lenilson Santana – minoria da Direção da FASUBRA; Lígia Carla – diretora Sintep Ananindeua/PA; Lucas Antonio Nizuma Simabukulo – diretor do Sinpeem pela Oposição e membro da Executiva Estadual da CSP-Conlutas SP; Luciano Mendonça – Caixa Federal/RS/FNOB; Luckacs – oposição Educação/PA; Maicon – minoria de direção SindipetroLP; Manoel Ovídio – diretor Sintep Ananindeua /PA; Marcio Santos Alves – oposição Correios/RS; Marcos Francisco da Silva – oposição Sintrasem Florianópolis; Marcus Vinicius, Conselho Deliberativo APCEF/SP – Oposição Bancária; Maria Luzinete Vanzeler – UFMT – base do Andes-sn; Marina Soares – UFSC – Frente Base Fasubra; Marta Turra – Caixa Federal/RN/FNOB; Matheus Crespo – Secretaria Executiva Nacional CSP-Conlutas e Caixa Federal/RN/FNOB; Morales – diretor Sintep Bragança/PA; Narciso Fernandes Soares – diretor do sindicato dos metroviários de SP; Natália Luz – base do SEPE Rio das Ostras RJ; Nilvia Batista – oposição Saúde/PA; Obérti Mayer – base Sinasefe SC; Osley Cardoso (Oz) – conselheiro regional da APEOESP pela oposição; Otávio Aranha – Coletivo Por Uma Outra Esquerda na Adufpa, base Andes-sn; Paulo Cesar de Almeida – oposição Correios Campinas; Paulo Melo – oposição judiciário/PA; Paulo Weller – oposição de professores municipais de Santa Maria e São Sepé e Democracia e Luta RS, Oposição CPERS; Rafael Borges – coordenador geral do SEPE Macaé RJ; Raimundo Araújo – oposição Educação/PA; Raimundo do Carmo – oposição Judiciário/PA; Raquel Polla – movimento nacional de oposição bancária Paraná; Reginaldo Afonso – oposição sindical correios-RJ; Roberto Baeta – minoria SEPE; Roberto Melo – oposição Judiciário/PA; Ronaldo Sampaio – coordenador-geral do Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Pernambuco e coordenador jurídico da FENAMP; Roque Luiz Pegoraro – oposição Sintrasem Florianópolis; Sabrina Luz – base do SEPE Macaé RJ; Samantha Guedes – Coletivo Reviravolta/SEPE; Sandra Moreira – Coletivo Por Uma Outra Esquerda na Adufpa, base Andes-sn; Selma Gomes – UFSC – Frente Base Fasubra; Sérgio Perdigão – minoria SEPE-RJ; Severo – oposição SindSaúde/RN; Shaiene de Carvalho – conselheira estadual da APEOESP pela oposição; Simone Maria – conselheira fiscal SEPE regional 2 Coletivo Reviravolta/SEPE; Sinoélia Silva Pessôa – Aduneb BA – base do Andes-sn; Ubiratam Ferreira – Conselho Fiscal do SINDSEMPPE; Vandemberg Pastana – oposição Educação/PA; Vanessa Baia – Movimento Popular/Associação do Bairro Santa Edwiges de Itaúna/MG; Vítor Rittmann – oposição Correios/RS; Viviane Pacheco – oposição Correios/RS; Wagner Miquéias Damasceno – Coletivo Andes em Luta; Wellington de Oliveira Nascimento – Magrão – oposição Correios, delegado sindical CDD Vergueiro e comissão jurídica da Fentect; Wilson Jefferson Flores – Banrisul/Oposição Bancária/RS/FNOB

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